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sexta-feira, 13 de junho de 2014

era uma vez o Porto


Acabadinho de chegar e já por aí à vossa espera:


 






















Era uma vez o Porto é um livro para todas as idades que conta a História do Porto – cidade antiga e orgulhosa, sábia e rapioqueira – arrastando o leitor para uma viagem no tempo, em espaços que respiram e evoluem, que são os mesmos, mas diferentes, que se têm por conhecidos e, ainda assim, é possível redescobrir.


As notícias, os poemas, as expressões populares, as imagens da cidade, as personagens históricas e as pessoas comuns, todos são chamados a contar esta história real, que alia a verdade histórica à magia brincalhona do contar uma história, que ensina e diverte, num livro cheio do espírito irreverente e libertário das gentes tripeiras e das suas memórias. 

treze.junho.doismilecatorze

terça-feira, 22 de outubro de 2013

a história do livro infantojuvenil em portugal

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a biblioteca municipal de s. lázaro em lisboa é um espaço encantado que guarda tesouros indizíveis e está a fazer 130 anos. reúne uma maravilhosa colecção de livros para a infância e a juventude, desde a sua fundação, em 1883, como biblioteca da escola municipal nº 1, até aos dias de hoje, e mantém, a par de uma sala moderna, muito colorida e cheia de brincadeiras e tecnologias novas, a sala de leitura original, onde até as prateleiras parecem ter histórias para contar. é lá que nos podemos encontrar, no dia 26 de outubro, pelas 17h para falar um bocadinho da história do livro infanto-juvenil em portugal e de tudo quanto podemos aprender com os livros da colecção ‘memórias de outras infâncias’..

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quem puder e quiser vir conversar connosco será muito bem-vindo. 
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26.outubro.2013 - 17h
salão nobre da
biblioteca municipal de s. lázaro
rua do saco, 1
freguesia da pena
1169-107 lisboa
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o programa das comemorações dos 130 anos da biblioteca municipal de s. lázaro pode ser consultado aqui
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

leituras e outras conversas: Irmão Lobo



Acabei de ler o livro Irmão Lobo há, pelo menos três meses. Tem estado, desde então, sossegadamente pousado na minha mesa-de-cabeceira. Em parte porque me estava a custar deixá-lo sair para o arrumar numa estante, onde ficaria sempre um pouco mais longe. Em parte porque queria escrever sobre ele e não sabia como.

O livro é muito muito bom. A história que conta prende-nos a atenção e chocalha-nos a consciência. E a forma como é contada carrega um equilíbrio admirável entre aquilo que são as confusões e o ensimesmamento próprios da juventude e a ausência de paternalismo e discurso pedagógico.

Como leitora e parte de uma faixa etária umas décadas à frente, este livro não me é destinado. Ainda assim, acabei por construir uma grande empatia com uma cachopa que é atirada para situações que não controla nem compreende, ou talvez compreenda mas não consegue assimilar completamente, que sofre desilusões e perdas que não sabe como sarar, ao mesmo tempo que se prende à crença de que um dia, crescendo, as coisas possam vir a fazer sentido.

Independentemente das décadas à frente, sinto-me, muitas vezes (muitas muitas vezes) atirada para imbróglios que não controlo nem compreendo, ou talvez compreenda mas não sei gerir. E pergunto, frequentemente, se as coisas alguma vez chegarão a fazer sentido.

Por agora Irmão Lobo continuará a morar na mesa-de-cabeceira. Um dia, eu crescendo, se verá. 
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Bibliografia:
Irmão Lobo 
texto de Carla Maia de Almeida | ilustração de António Jorge Gonçalves.
Carcavelos: Planeta Tangerina, 
2013.

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