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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

o booktrailer... ou teaser, ou whatever


Porto. Roteiro Histórico.
texto de Raquel Patriarca; fotografia de Sérgio Jacques.
Verso da História, 2016.

Para ler sem moderação ou ordem fixa. De preferência numa esplanada ou escadaria, numa igreja ou calçada, na ponte a meio do rio ou no alto de uma torre.
E por falar em Torre… é guardar a tarde de dia 28, por favor, sim? 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

era uma vez o Porto


Acabadinho de chegar e já por aí à vossa espera:


 






















Era uma vez o Porto é um livro para todas as idades que conta a História do Porto – cidade antiga e orgulhosa, sábia e rapioqueira – arrastando o leitor para uma viagem no tempo, em espaços que respiram e evoluem, que são os mesmos, mas diferentes, que se têm por conhecidos e, ainda assim, é possível redescobrir.


As notícias, os poemas, as expressões populares, as imagens da cidade, as personagens históricas e as pessoas comuns, todos são chamados a contar esta história real, que alia a verdade histórica à magia brincalhona do contar uma história, que ensina e diverte, num livro cheio do espírito irreverente e libertário das gentes tripeiras e das suas memórias. 

treze.junho.doismilecatorze

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

em 1837 sobre os livros e a leitura



de todas as coisas que se oferecem ao homem para lhe recrear os momentos de ócio, é a leitura talvez a mais aprazível, e seguramente a mais proveitosa. 
sem quebrar o repouso doméstico, sem vaguear pelas ondas do oceano, ou trilhar peregrino as sendas e desvios de países remotos, diante dos seus olhos se corre o pano à cena do mundo passado e presente, e do mundo da ciência e da arte; trava conversação com as personagens mais distintas de todas as épocas, e com os mais nobres engenhos de todas as idades; trata as inteligências de diversos países e bebe a largos tragos na taça da sabedoria. 
cidadão de todas as repúblicas, membro de qualquer sociedade, contemporâneo de qualquer século, só o homem dado à leitura pode, com verdade, dizer que para ele foi o universo criado.




in: panorama: jornal literário e instrutivo
lisboa: imprensa da sociedade de propaganda dos conhecimentos úteis
n.º1, 6.5.1837

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

a literatura infantil não é neutra

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Só para dizer que a minha tese de doutoramento vem na nota 5 da página 29 do Le Monde Diplomatique deste mês, num excelente artigo da Carla Maia de Almeida intitulado A literatura infantil não é neutra. E não, não é nada neutra.
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E sim, fui passar o fim-de-semana fora e perdi a modéstia algures na serra.
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

no próximo sábado, no bairro dos livros

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O Porto em miúdos - o Porto antigo contado às crianças no Bairro dos Livros : Ler é uma Lenda

Sábado, 9 de Novembro 

na maravilhosa Livraria Moreira da Costa 

entre as 16h e as 17h

Vemo-nos por lá!

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Dizem que o Porto –
mais que uma cidade –
é um sentimento.

O Porto faz-se – sobretudo – das pessoas
das vidas que correm e das memórias que criam.
Faz-se das histórias que se vivem e se lembram,
que se guardam e se contam.
Histórias antigas e histórias que se constroem
a cada dia. Histórias que são nossas e que são
de toda a gente.

O Porto faz-se de histórias
que falam de outro tempo,
mas que carregam a mesma cidade.
Carregam o mesmo sentimento.
 
                                                 raquel patriarca
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domingo, 21 de fevereiro de 2010

domingo, vinte e um de fevereiro de doismil e dez

.saiu o meu livro...
o volume 5 da história do porto!
..(no sábado tive direito a um naco de página no jornal de notícias...)
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eu, como é fácil de imaginar, estou muito contente comigo própria (por isso resolvi dar cabo do juízo a todos quantos gostem destas coisas ou não) e pensei que também não fazia mal deixar aqui a possibilidade para quem quiser comentar o conteúdo do livro ou a sua mera existência.
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teaser
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em 1490, décimo ano do seu reinado, d. joão II concede aos cidadãos da cidade do porto um privilégio, até aqui reservado aos cidadãos de lisboa, que consiste numa espécie de equivalência aos fidalgos portugueses, com todos os direitos, liberdades e isenções decorrentes de tal dignidade. esta decisão é mais tarde usada por d. manuel como argumento para retirar à cidade um antigo costume, segundo o qual não é permitida a permanência a nobres e fidalgos dentro do burgo. a perda desta emblemática distinção tripeira deixa nas gentes da cidade um profundo sentimento de indignação e as reacções não se fazer esperar.
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é aqui que começa este capítulo da história do porto...
raquel patriarca
vinteeum.fevereiro.doismiledez

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

história do porto

o jornal de noticias e a quidnovi vão lançar uma colecção de livros sobre história do porto, que chega às bancas a partir do próximo domingo, dia dezassete de janeiro. são quinze volumes com periodicidade semano-quinzenal, ao longo dos quais se acompanha a história da cidade das origens aos dias de hoje.
o projecto promete ser uma simbiose bem equilibrada entre o rigor de fazer a história e a magia de contar uma história. entre aqueles que assinam os vários volumes colaboram historiadores conceituados e jovens investigadores. o objecto em si é muito bonito e nada caro, em papel couché, com ilustrações, mapas e fotografias.
o mais importante é que eu e mais dois amigos, o flávio miranda e a joana sequeira - acompanhados de perto por outro amigo maior que nós de nome luís miguel duarte - vamos ser publicados pela primeira vez em formato ‘livro’ (conjunto de cadernos impressos e cozidos ordenadamente e formando um bloco) e estamos muito contentes com isso!
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.para mais informação sobre a colecção e como se pode adquirir basta clicar
aqui
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raquel patriarca
treze.janeiros.doismiledez

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

fotocionário de natal

a árvore de natal
é um símbolo da vida e não pertence a de nenhuma religião específica. a sua tradição perde-se na noite do tempo. os antigos egípcios levavam galhos de palmeira para dentro das casas no dia mais curto do ano, em honra do triunfo da vida sobre a morte. durante a saturnália - festival de inverno em homenagem a saturno, deus da agricultura - os romanos decoravam uma divisão da casa com um pinheiro. os povos de cultura celta enfeitavam carvalhos com maçãs douradas para celebrar o solstício de inverno. a árvore do paraíso é símbolo da festa de adão e eva, celebrada no dia vinte e quatro de dezembro. a primeira referência à ‘moderna’ árvore de natal é do século dezasseis e conta como as famílias decoravam pinheirinhos com papéis coloridos, frutas e doces, com o cuidado de incluir doze ornamentos para garantir a felicidade do lar. este costume estende-se por toda a europa e chega ao novo mundo no início do século dezanove. a tradição cristã propõe que a forma triangular do pinheiro representa a santíssima trindade.
raquel patriarca
quatro.janeiro.doismiledez

quarta-feira, 29 de abril de 2009

fio da palavra

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tenho um amigo que um dia me disse: “no desespero absoluto, que nos levem tudo excepto o sentido de humor”. eu hoje acrescentaria: “que nos levem tudo excepto a capacidade de sonhar e a teimosia para realizar os sonhos.”
foi apresentada ontem em lisboa uma nova editora, que estará ao dispor dos visitantes da feira do livro já a partir de amanhã. com uma aposta nas ciências sociais e humanas em geral e na história em particular, o fio da palavra não é ‘mais do mesmo’. apresenta um plano editorial criterioso, interessante e pertinente, envolto no empenho e dinamismo reservado àqueles que sabem o que fazem e gostam do que fazem.
parabéns, sucesso e muitos livros.
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texto e fotografias
raquel patriarca
vinteenove.abril.doismilenove